Curvas de crescimento atualizadas para crianças e adolescentes com síndrome de Down brasileiros podem se tornar referência

Luisa, de oculos, vestido branco com bolotas azuis e bolsa de boneca.

O Dr. Fabio Bertapelli apresentou novas curvas de crescimento para crianças e adolescentes com síndrome de Down com idade entre 0 e 20 anos, fruto de uma pesquisa com 938 indivíduos, que podem vir a se tornar referência. O trabalho foi o tema de sua tese de doutorado, apresentada à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas.

Na conclusão de sua tese, o Dr Fabio Bertapelli aponta que as curvas de crescimento estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde e o “Centers for Disease Control and Prevention” dos Estados Unidos não representam o padrão de crescimento da população brasileira com síndrome de Down. Segundo o pesquisador, as curvas de referência de peso-para-idade, estatura-para-idade, perímetro cefálico-para-idade e IMC-para-idade desenvolvidas nesta amostra representativa da população brasileira com síndrome de Down, de ambos os sexos, na faixa etária entre 0 e 20 anos, deveriam guiar pais e profissionais no monitoramento do crescimento de crianças e adolescentes com síndrome de Down no Brasil.

Veja o estudo e as curvas.

Tese Fabio Bertapelli